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O terceiro dia do Capítulo Geral começou com uma Eucaristia preparada pela Região de Moçambique.
Trabalho em Plenário Os membros do capítulo passaram a manhã a trabalhar sobre os dois tópicos seguintes: Família Alargada SCM e Formação Inicial. O interesse por estas duas áreas aumentou desde a Celebração do nosso Jubileu e da reunião para Responsáveis da Formação, em Sète, Novembro 1997. Relatórios das Províncias À tarde, a Região Zambeze e a Região de Moçambique apresentaram os seus relatórios em frente às suas respectivas exposições, colocadas nas paredes da sala de convívio.
A Carol Schommer referiu que as questões da Formação Inicial levaram à criação da Região e, na verdade, os aspectos da formação continuam a ser centrais para a vida da Região. Agora há 4 religiosas Zambianas de votos temporários, duas noviças de segundo ano, e duas pré-noviças. Falou também da colaboração entre as RSCM em África e da geminação das Escolas da PAL na Europa com as missões em África.
A Philippa O'Sullivan falou das lutas e sofrimento das pessoas da Zâmbia e do Zimbabwe. Os fundos destinados para a saúde, educação e desenvolvimento são desviados para fins políticos e por causa disso as pessoas sofrem. O vírus do HIV/SIDA afecta todos os aspectos da vida. Aumentou o número de famílias monoparentais, famílias em que uma criança é chefe de família, e comunidades compostas por membros ou muito novos ou muito idosos. 80% das camas de hospital estão ocupadas com doentes de HIV/SIDA e os agentes da saúde sentem-se desmoralizados. Fazer caixões tornou-se um grande negócio. As irmãs da Região decidiram focalizar este ano sobre a justiça - visto como uma atitude de amor terno e compassivo que afirma constantemente a dignidade e carácter sagrado de cada pessoa.
A Olga Georgina, superiora regional da Região de Moçambique, começou por agradecer a cada uma o apoio moral, material e missionário recebido de todas as partes do Instituto, particularmente pela sua generosidade depois da devastação das cheias. Desde 1995, tem havido muita colaboração com os leigos, alguns antigos alunos/alunas, nos lares, em organizações, tais como: a Caritas e outras organizações não governamentais, para irradicar a pobreza das áreas rurais. As irmãs da Região trabalham em escolas do estado, hospitais e paróquias. Duas RSCM são directoras de lares para estudantes, pertencentes ao estado.
A pastoral vocacional e a formação inicial são dois aspectos importantes da Região. As irmãs estão envolvidas em trabalho diocesano vocacional. Há programas formais para as candidatas e para os seus pais. As candidatas são acompanhadas pessoalmente e passam algum tempo nas comunidades locais. Actualmente, há duas candidatas, três pré-noviças e três irmãs que farão a profissão perpétua em Setembro. A Região tem sido enriquecida com a presença de RSCM de outras províncias. A Marília Bellini (B) e Ana Maria Gago (P) forma convidadas a falar do tempo que passaram em Moçambique e a Valéria Erneio (M) falou da sua Experiência Internacional no Mali. |